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Ensino de português no Instituto Camões debate-se com falta de professores

Ensino de português no Instituto Camões debate-se com falta de professores

Há 20 horários de português por preencher. A presidente do Instituto Camões considera fundamental concluir este ano a revisão do regime jurídico dos docentes no estrangeiro.

Rosário Lira - RTP /
Foto: Instituto Camões - Praga

A presidente do Instituto Camões espera que a revisão do regime jurídico do ensino do português no estrangeiro esteja concluída em 2026, a tempo do próximo ano letivo.

Em entrevista ao programa Decisão Nacional, da RTP Internacional, Florbela Paraíba considera que esta alteração é fundamental, tendo em vista atrair professores para lecionarem na rede EPL – Ensino do Português no Estrangeiro, gerida pelo Instituto Camões.
A presidente do Instituto Camões revelou que, devido à falta de professores, ainda há 11 horários por preencher na África Austral e dez na Europa. Ainda assim, adianta que este processo é flexível e que a todo o momento, através de procedimentos simplificados, pode ser possível colocar professores e abrir horários.
Em 2026, o Instituto Camões quer abrir mais leitorados nos EUA e no Japão e espera vir a estender o ensino do português a outras geografias como a Malásia e Singapura.
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